Top 25 de 2020 - Mercados Prescritores da Indústria Farmacêutica - Vendas Globais - 2011 a 2023 - Top 25 Pharmaceutical Companies - 2011 a 2023



Este ranking inclui dados históricos de 2011 a 2016 e dados de previsão de 2017 a 2023.

Este é o Ranking das principais Empresas Farmacêuticas.



Veja também:













Estes números são compilados a partir dos valores das prescrições médicas detectadas pela GlobalData.

Análise Num Relance:

Estes números são baseados nas vendas das Prescrições dos  Medicamentos, incluindo os Medicamentos Genéricos.

Este ranking inclui dados históricos de 2011 a 2016 e dados de previsão de 2017 a 2023.


No Brasil

No Brasil, hoje um dos principais mercados do mundo, quando o assunto é venda de medicamentos, a Indústria Farmacêutica caminha na contramão da crise nacional, apresentando crescimento desde 2016 com perspectivas de melhora em 2017. Este cenário é o resultado da forte atuação dos diversos laboratórios farmacêuticos no Brasil.

EMS CORP
Com 50 anos de atuação no país, a EMS ocupa uma posição de liderança no mercado, destacando-se também na produção de medicamentos genéricos.

Os laboratórios do grupo fabricam produtos para quase todas as especialidades da área de saúde. Trabalha com medicamentos de marca, prescrição médica e os OTCs (“Over the counter”), as mercadorias de venda livre sem receita, e artigos hospitalares.

HYPERMARCAS
Com uma atuação recente, desde 2001, esse laboratório já se consolidou nos segmentos de remédios antigripaisanalgésicos e para problemas estomacais.

Possui também uma marca de genéricos, produtos dermocosméticos, medicamentos isentos de prescrição médica, além de artigos de higiene infantil e saúde. 

ACHÉ
Fundado no Brasil em 1966, há mais de meio século, o laboratório vem se destacando na fabricação dos seguintes medicamentos:

  • Remédios com e sem necessidade de prescrição médica;
  • Genéricos;
  • Produtos dermatológicos e dermocosméticas, nutracêuticos (alimentos funcionais) e probióticos. 
  • A empresa também já está entrando no mercado da oftalmologia e deve lançar novos produtos nos próximos anos. Além disso, o Aché tem atuação voltada para a pesquisa, desenvolvimento, produção, distribuição e comercialização de medicamentos biotecnológicos.


BAYER
Com presença em mais de 100 países e quase 120 anos de história no Brasil, a Bayer desenvolveu soluções para a saúde humana e agricultura. Veja os principais ramos de atuação do laboratório:

  • produção de medicamentos com receita médica para cardiologia, oncologia, hematologia, oftalmologia e saúde da mulher;
  • equipamentos de imagem e diagnóstico para a área de radiologia;
  • medicamentos sem prescrição médica: antialérgicos, analgésicos, remédios contra a tosse e resfriados, dermatológicos, cuidados com os pés, gastrointestinais, nutricionais e proteção solar;
  • fabricação de sementes, proteção de cultivos e defensivos não agrícolas. 


EUROFARMA
Com 45 anos de atuação, a Eurofarma vem desenvolvendo produtos com prescrição médica, isentos de receita, genéricos oncológicos e veterinários (para animais de grande porte).


A empresa possui ainda um hospital que comercializa medicamentos, entre eles dois voltados para o tratamento de infecção hospitalar grave, lançados em 2015. 

Veja também:



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Top 25 de 2019 - Mercados Prescritores da Indústria Farmacêutica - Vendas Globais - 2011 a 2023 - Top 25 Pharmaceutical Companies - 2011 a 2023


Este ranking inclui dados históricos de 2011 a 2016 e dados de previsão de 2017 a 2023.

Este é o Ranking das principais Empresas Farmacêuticas.



Veja também:













Estes números são compilados a partir dos valores das prescrições médicas detectadas pela GlobalData.

Análise Num Relance:

Estes números são baseados nas vendas das Prescrições dos  Medicamentos, incluindo os Medicamentos Genéricos.

Este ranking inclui dados históricos de 2011 a 2016 e dados de previsão de 2017 a 2023.


No Brasil

No Brasil, hoje um dos principais mercados do mundo, quando o assunto é venda de medicamentos, a Indústria Farmacêutica caminha na contramão da crise nacional, apresentando crescimento desde 2016 com perspectivas de melhora em 2017. Este cenário é o resultado da forte atuação dos diversos laboratórios farmacêuticos no Brasil.

EMS CORP
Com 50 anos de atuação no país, a EMS ocupa uma posição de liderança no mercado, destacando-se também na produção de medicamentos genéricos.

Os laboratórios do grupo fabricam produtos para quase todas as especialidades da área de saúde. Trabalha com medicamentos de marca, prescrição médica e os OTCs (“Over the counter”), as mercadorias de venda livre sem receita, e artigos hospitalares.

HYPERMARCAS
Com uma atuação recente, desde 2001, esse laboratório já se consolidou nos segmentos de remédios antigripaisanalgésicos e para problemas estomacais.

Possui também uma marca de genéricos, produtos dermocosméticos, medicamentos isentos de prescrição médica, além de artigos de higiene infantil e saúde. 

ACHÉ
Fundado no Brasil em 1966, há mais de meio século, o laboratório vem se destacando na fabricação dos seguintes medicamentos:

  • Remédios com e sem necessidade de prescrição médica;
  • Genéricos;
  • Produtos dermatológicos e dermocosméticas, nutracêuticos (alimentos funcionais) e probióticos. 
  • A empresa também já está entrando no mercado da oftalmologia e deve lançar novos produtos nos próximos anos. Além disso, o Aché tem atuação voltada para a pesquisa, desenvolvimento, produção, distribuição e comercialização de medicamentos biotecnológicos.


BAYER
Com presença em mais de 100 países e quase 120 anos de história no Brasil, a Bayer desenvolveu soluções para a saúde humana e agricultura. Veja os principais ramos de atuação do laboratório:

  • produção de medicamentos com receita médica para cardiologia, oncologia, hematologia, oftalmologia e saúde da mulher;
  • equipamentos de imagem e diagnóstico para a área de radiologia;
  • medicamentos sem prescrição médica: antialérgicos, analgésicos, remédios contra a tosse e resfriados, dermatológicos, cuidados com os pés, gastrointestinais, nutricionais e proteção solar;
  • fabricação de sementes, proteção de cultivos e defensivos não agrícolas. 


EUROFARMA
Com 45 anos de atuação, a Eurofarma vem desenvolvendo produtos com prescrição médica, isentos de receita, genéricos oncológicos e veterinários (para animais de grande porte).


A empresa possui ainda um hospital que comercializa medicamentos, entre eles dois voltados para o tratamento de infecção hospitalar grave, lançados em 2015. 

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2016 - Economia Brasileira sobre Breve Análise



Brasil, oficialmente República Federativa do Brasil, é o maior país   do Sul e da região da América Latina, sendo o  maior do mundo em área territorial e 6º maior do mundo em população.

O Brasil é a 21ª maior economia de exportação do mundo.

Em 2016, o Brasil exportou US$ 182 bilhões e importou US$ 135 bilhões, resultando em um saldo comercial positivo de US$ 46,4 bilhões. Em 2016, oPIB do Brasil foi de US$ 1,8 Trilhão e seu PIB per capita foi de US$ 15,1k.



Brasil Exportou em 2016



Comparação com o que o Brasil Exportou na Década anterior em 2006


As principais exportações do Brasil são soja ($ 19B), minério de ferro ($ 13,1B), açúcar bruto ($ 10,4B), petróleo bruto ($ 9,9B) e carne de aves ($ 6,13B), usando a revisão de 1992 da classificação HS (Sistema Harmonizado). As principais importações do Brasil são Petróleo Refinado (US $ 7,3 bilhões), Peças de Veículos (US $ 4,83 bilhões), Medicamentos Embalados(US $ 3,28 bilhões), Telefones (US $ 3,04 bilhões) e Petróleo Bruto (US $ 2,9 bilhões).

Os principais destinos de exportação do Brasil são a China (US $ 35,1 bilhões), os Estados Unidos (US $ 23,3 bilhões), a Argentina (US $ 13,4 bilhões), os Países Baixos (US $ 10,3 bilhões) e a Alemanha (US $ 4,86 ​​bilhões). As principais origens de importação são os Estados Unidos (US $ 30,1 bilhões), a China (US $ 22 bilhões), a Alemanha (US $ 10 bilhões), a Argentina (US $ 9 bilhões) e a França (US $ 4,78 bilhões).

Produtos Químico, e Relacionados, Exportados pelo Brasil em 2016


Produtos Químico, e Relacionados, Exportados pelo Brasil em 2016


Brasil é delimitado pelo oceano Atlântico a leste, tem um litoral de 7.491 km. O país faz fronteira com todos os outros países sul-americanos, exceto Chile e Equador, sendo limitado a norte pela VenezuelaGuianaSuriname e pelo departamento ultramarino francês da Guiana Francesa; a noroeste pela Colômbia; a oeste pela Bolívia e Peru; a sudoeste pela Argentina e Paraguai e ao sul pelo Uruguai.

Vários arquipélagos formam parte do território brasileiro, como o Atol das Rocas, o Arquipélago de São Pedro e São PauloFernando de Noronha (o único destes habitado) e Trindade e Martim Vaz. Sua Constituição atual, formulada em 1988, define o Brasil como uma república federativa presidencialista, formada pela união do Distrito Federal, dos 26 estados e dos 5 570 municípios.


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ICE - Índice de Complexidade Econômica - Desaceleração da China e a Ascensão Contínua da Índia - Projeções de Crescimento Global até 2025


O Pólo Econômico de Crescimento Global passou dos últimos anos da China para a vizinha Índia, onde deve permanecer na próxima década, de acordo com novas projeções de crescimento apresentadas pelos pesquisadores do Centro de Desenvolvimento Internacional da Universidade de Harvard.

Prevê-se que o crescimento nos mercados emergentes supere o das economias avançadas, embora não uniformemente. As projeções são otimistas sobre novos centros de crescimento na África Oriental e novos segmentos do Sudeste Asiático, liderados pela Indonésia e pelo Vietnã. As projeções de crescimento baseiam-se em medidas da complexidade econômica de cada país, que capturam a diversidade e a sofisticação das capacidades produtivas incorporadas em suas exportações e a facilidade com que podem diversificar ainda mais expandindo essas capacidades.

    

                             Marcas Mundiais Mais         TOP 10 - Marcas Mundiais

                             Valiosas em 2017                 Mais Valiosas em 2017 - Por País


Ao examinar os últimos dados do Comércio Global de 2015, pesquisadores do CID encontram uma virada clara nos ventos alísios, pois 2015 marca o primeiro ano em que as exportações mundiais caíram desde a crise financeira global de 2009. Desta vez, o declínio no comércio foi impulsionado em grande parte pela queda nos preços do petróleo. Os altos preços do petróleo levaram uma década de rápido crescimento nas economias petrolíferas, superando as expectativas. Desde o declínio dos preços do petróleo em meados de 2014, o crescimento das economias petrolíferas está parado, onde é provável que fique, de acordo com as projeções, dado pouco progresso na diversificação e complexidade.

As principais economias de petróleo estão enfrentando as armadilhas de sua dependência de um recurso. A Índia, a Indonésia e o Vietnã acumularam novas capacidades que permitem uma produção mais diversificada e mais complexa, que prevê um crescimento mais rápido nos próximos anos, disse Ricardo Hausmann, diretor do CID, professor da Harvard Kennedy School (HKS) e líder pesquisador do Atlas da Complexidade Econômica

As projeções alertam para uma desaceleração contínua do crescimento global na próxima década. Índia e Uganda encabeçam a lista das economias que mais crescerão até 2025, com 7,7% ao ano, mas por motivos diferentes. Uganda se une a outros três países da África Oriental nos 10 países que mais crescem, embora uma fração significativa desse crescimento se deva ao rápido crescimento populacional. Numa base per capita, Uganda é o único país da África Oriental que permanece no Top 10 das projecções de crescimento, mesmo que a 4,5 por cento ao ano, com suas perspectivas mais modestas. Por outro lado, os pesquisadores atribuem as perspectivas de rápido crescimento da Índia ao fato de que ela está particularmente bem posicionada para continuar diversificando em novas áreas, dadas as capacidades acumuladas até hoje. A Índia fez incursões na diversificação de sua base de exportação para incluir setores mais complexos, como produtos químicos, veículos e certos produtos eletrônicos.

TAXA ANUAL DE CRESCIMENTO PREVISTA PARA 2025
Fonte: O Atlas da Complexidade Econômica, 2015. Harvard Center for International Development.

Os novos dados de 2015 revelam um declínio nas exportações da China. O ranking de complexidade econômica da China também caiu quatro pontos pela primeira vez desde a crise financeira global. A rápida taxa de crescimento da China na última década diminuiu a distância entre a complexidade e a renda, o que, segundo os pesquisadores, é o prenúncio de um crescimento mais lento. As projeções de crescimento ainda têm a China crescendo acima da média mundial, embora em 4,4% ao ano para a próxima década, a desaceleração em relação à atual tendência de crescimento seja significativa.


Fonte: O Atlas da Complexidade Econômica, 2015. Harvard Center for International Development.

Os pesquisadores colocam o knowhow que uma sociedade tem no coração da história do crescimento econômico. Um fato central e estilizado das diferenças mundiais de renda é que os países pobres produzem poucos bens que muitos países podem produzir, enquanto os países ricos produzem uma grande diversidade de bens, incluindo produtos que poucos outros países podem produzir. A equipe usa esse fato para medir a quantidade de conhecimento que é mantido em cada economia. “A complexidade econômica não apenas descreve por que os países são ricos ou pobres hoje, mas também pode prever o crescimento futuro, cerca de cinco vezes mais do que o Índice de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial”, disse Sebastian Bustos, pesquisador do CID.

NOVOS RANKINGS DO ÍNDICE DE COMPLEXIDADE ECONÔMICA

O CID também divulgou novos rankings nacionais do Índice de Complexidade Econômica (ICE) de 2015, a medida que forma a base para grande parte das projeções de crescimento. O ICE considera que os países mais complexos do mundo, medidos pela complexidade média da sua pauta de exportações, continuam sendo o Japão, a Suíça, a Alemanha, a Coréia do Sul e a Áustria.

Dos 40 países mais complexos, aqueles que apresentaram maiores perspectivas de crescimento no ranking para a década que terminou em 2015 foram: Filipinas (ranking ECI: até 28 posições para 32º no mundo), Tailândia (de 11 a 25), China (de 10 a 23). ), Lituânia (+9 a 30), e Coréia do Sul (+8 a 4). Por outro lado, os maiores perdedores foram o Canadá (-9 a 33), a Sérvia, a Bielorrússia, a Espanha (-6 a 29) e a França (-6 a 16ª).

Dos países que mostram os declínios mais rápidos nos rankings de complexidade na década que terminou em 2015, quase todos tiveram regimes políticos que foram adversários à acumulação de conhecimento produtivo, com os maiores declínios em Cuba (-50), Venezuela (-44), Zimbábue (-23), Tajiquistão (-22), Líbia (-22) e Argentina (-18). Globalmente, os mais rápidos, em termos de complexidade em 2015 foram as Filipinas, Malaui (+26 a 94.ª), Uganda (+24 a 77.ª), Vietnam (+24 a 64.ª) e o Camboja (+16 a 88.ª).





As projeções de crescimento destacam que o crescimento econômico não segue um padrão fácil ou sistema de regras. Os países que devem crescer mais rapidamente - Índia, Turquia, Indonésia, Uganda e Bulgária - são diversos em todas as dimensões políticas, institucionais, geográficas e demográficas. "O que eles compartilham é o foco na expansão das capacidades de sua força de trabalho, o que os deixa bem posicionados para diversificar em novos produtos e produtos de complexidade cada vez maior", disse Timothy Cheston, pesquisador do CID.


As projeções dividem os países globais em três categorias básicas:


  • Países com muito pouca capacidade produtiva para facilmente diversificar em produtos relacionados, incluindo Bangladesh , Equador e Guiné
  • Países que possuem recursos suficientes para facilitar a diversificação e o crescimento, que incluem a Índia , a Indonésia e a Turquia.
  • Países avançados - como o Japão , a Alemanha e os Estados Unidos - que já produzem quase todos os produtos existentes, de modo que o progresso exigirá a expansão da fronteira tecnológica mundial através da invenção de novos produtos, um processo que implica um crescimento mais lento.

As projeções de crescimento da complexidade econômica diferem daquelas do FMI e da EIUEconomist Intelligence Unit. Em relação às previsões da EIU, os pesquisadores do CID são menos otimistas em relação a um conjunto de países que incluem Bangladesh, Camboja, Irã, Sri Lanka e Cuba. Por outro lado, os pesquisadores do CID têm maior otimismo para as perspectivas de crescimento de Uganda, Guatemala, México, Tanzânia e Brasil.

Para mais análises do ECI, a lista completa de países e nossas visualizações interativas, visite atlas.cid.harvard.edu/rankings/growth-predictions/.


Os pesquisadores enfatizam que o benefício dessas projeções de médio prazo é que nada está gravado, mas há muitos passos que os formuladores de políticas, investidores e líderes empresariais podem adotar para entrar em uma produção mais complexa para obter um crescimento mais rápido.

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