Colocando o Painel Médico na Academia - Série

Colocando o Painel Médico na Academia - Série



Novos modelos de negócio, bem como certas nuances da economia tem propiciado oportunidades e descaracterizado certos modelos prontos e predefinidos de se fazer a venda.

Criar uma aliança entre o profissional médico e o Representante Farmacêutico realmente é uma arte a ser aprimorada. venda do Rep passa primeiramente pelo convencimento do médico. E isso não é de modo algum algo simples.  

O objetivo dessa série - Colocando o Painel Médico na Academia - visa esclarecer formas e estratégias importantes às quais todos os Representantes Farmacêuticos precisam ser expostos, além de mostrar como os laboratórios da indústria farmacêutica precisam cuidar, dar atenção e tratar adequadamente suas respectivas Forças de Vendas.

01 - Forças de Vendas Preparadas02 - Mantendo o foco das Forças de Vendas03 - Capacitação da Forças de Vendas04 - O Uso da Tecnologia pelas Forças de Vendas05 - O Painel Médico da Força de Vendas

E aí, consegui a sua atenção para este aspecto? Então divulgue este texto, compartilhe com outros e aguarde os próximos artigos dessa série. Deixe seus comentários, percepções e opiniões mais abaixo.













Aché compra laboratório Tiaraju e avança em fitoterápicos

Aché compra laboratório Tiaraju e avança em fitoterápicos

Aché

O Aché Laboratórios Farmacêuticos compra o Laboratório Químico Farmacêutico Tiaraju, do Rio Grande do Sul.

O Aché fechou a compra do Laboratório Químico Farmacêutico Tiaraju, do Rio Grande do Sul, na segunda aquisição em menos de três meses. O negócio, cujo valor não foi revelado, inclui ainda o direito de acessar os desenvolvimentos do Tiaraju em cosméticos e nutracêuticos e está contemplado no orçamento de R$ 160 milhões em investimentos para 2016.

farmacêutica Aché acaba de comprar o laboratório gaúcho Tiaraju, voltado à produção de medicamentos fitoterápicos.
O valor da aquisição não foi divulgado, a empresa afirmou apenas que o montante está dentro dos investimentos previstos para 2016, que devem totalizar 160 milhões.
O mercado de produção de medicamentos à base de plantas movimentou 1,1 bilhão de reais no Brasil em 2015.
Com a operação, ela passa a deter as marcas de 12 novos remédios.
Possibilitará ao laboratório buscar a liderança neste segmento, por meio de lançamentos de produtos diferenciados que completarão seu portfólio.
Com a compra, a empresa também deve lançar oito novos nutracêuticos, compostos de nutrientes que agem como remédios, até o ano que vem. A estratégia vai possibilitar que ela dobre o faturamento nesse nicho, ampliando sua participação em um mercado de 1,3 bilhão de reais.
Além disso, o investimento no Tiaraju vai possibilitar a entrada da Aché no segmento de nutricosméticos que, segundo ela, movimenta 360 milhões de reais no país. Lançados a partir do início de 2017, uma linha completa de nutricosméticos de produtos com formulações inovadoras.
Histórico
A Aché começou a fazer pesquisas com plantas em 1980. Em 2005, lançou o Acheflan, primeiro fitomedicamento 100% desenvolvido no país, de acordo com a farmacêutica.
Ela entrou no setor de nutracêuticos em 2011, quando firmou parceria com a inglesa Oxford Pharmascience para trazer suplementos alimentares ao país. Hoje, estão em seu portfólio os rótulos Inellare, Cativa, Collestra e Dose D, por exemplo.
A companhia brasileira trem quatro complexos industriais: em Guarulhos (SP), São Paulo (SP), Londrina (PR) e Anápolis (GO). Ela possui quase 4.500 colaboradores e fabrica 316 marcas de 762 tipos de remédio.



EXAME.com








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