Ranking Mundial - 1º Semestre 2016 - Destaques para a Pfizer, Roche e a Novartis

Ranking Mundial - 1º Semestre 2016 - Destaques para a Pfizer, Roche e a Novartis























Novartis

Atualmente a Novartis não vive seus melhores dias. Neste 1º Semestre 2016, teve uma queda em torno de 2%Ao passo que no ano passado demonstrou um baixo crescimento na receita de 5%Nos primeiros seis meses o volume de negócios foi de 21.256 milhões de euros, o que levaram a Pfizer e a Roche a ultrapassarem-na. 

O grupo suíço disse na apresentação de seus resultados que esta redução fora devido ao o impacto no segundo trimestre da perda de exclusividade da patente do Glivec, medicamento contra câncer, nos Estados Unidos, o qual compete desde então com seus pares genéricos. Também mencionou outras razões tais como investimentos necessários para o lançamento de novos produtos. E como se não bastasse, houve grande variação da taxa de câmbio euro-dólar da empresa, também afetando seus resultados.

Pfizer

O primeiro lugar está agora com a Pfizer, num estreito embate com a Roche. A empresa surpreendeu os analistas, com bons resultados, em grande parte graças ao efeito de sua nova divisão de negócios Hospira, uma empresa de genéricos. Assim, as vendas refletiram um aumento de quase 15%, cerca de 23.095 milhões de euros.

Esta empresa, com cerca de 80.000 funcionários e fundada em 1849, é conhecido mundialmente como a fabricante do Viagra. Tem crescido nos últimos 15 anos, com base em grandes aquisições: Warner-Lambert (em 2000), Pharmacia (2003), Wyeth (2009), e mais recentemente a Hospira. Embora a administração Obama tenha impedido a empresa de grandes compras nos últimos anos, incluindo as barreiras colocadas para aquisição da Allergan - localizada na Irlanda, mas com base nos Estados Unidos. Essa operação foi avaliada em 140.000 milhões de euros.

Atualmente, o medicamento que traz mais receita para a empresa, liderada por Ian Read é o antitumoral Enbrel, gerando receitas em torno de 8.462 milhões de euros em 2015 - um aumento de 9,2% em relação no ano passado, conforme registrado pela empresa de consultoria IMS Health. Seguido pelo Lyrica  - antiepiléptico e analgésico - com 5.392.000 de euros.

Roche

No caso da Roche, esta também tem sido bem sucedida nos últimos anos, em grande parte devido aos seus medicamentos biológicos contra o câncer. Na verdade, ela tem três medicamentos - MabThera, Avastin e Herceptin - que estão no Top 20 de vendas de medicamentos global. A empresa suíça faturou 23.025 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento de 5% em relação ao ano anterior. Conforme relatado pelo próprio laboratório, estes resultados devem-se ao aumento das vendas de medicamentos para o câncer de mama e leucemia. A empresa também obteve bons resultados na sequência de lançamentos de vários novos produtos na área de diagnósticos.


Em relação à  capitalização de mercado, essas três empresas também encontram-se entre as maiores no presente, apenas alterando a ordem entre si. Se desconectarmos a Johnson & Johnson (laboratório da matriz Janssen e um consumo gigante com 291,630 milhões de euros de valor de mercado), a Roche ganha em volume do mercado (192,920 milhões), seguido pela Novartis (189,080 milhões) e a Pfizer (188,480 milhões).


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