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Uber dos Médicos - App Quickmed


Faltam informação e segurança nos aplicativos de consulta médica?


São Paulo – Serviços que usam a internet para facilitar o atendimento médico estão se tornando comuns no Brasil. Aos poucos, novas iniciativas têm surgido nessa área como o Quickmed. A ideia desse app é permitir que o usuário saiba se um hospital está cheio ou não antes de sair de casa, por meio de informações enviadas por outros usuários do app. Além disso, o aplicativo também indica quais os hospitais mais próximos de um determinado endereço – o que pode ser útil em casos de emergência.

Thiago Naves conta que a ideia surgiu a partir da percepção da precariedade do sistema de saúde do Brasil. "Desde que meus filhos pequenos passaram a frequentar a Escola, a ida aos hospitais também se tornaram mais frequentes e, com isso, percebo que não há uma organização nos hospitais. Muitas vezes eles estão abarrotados de pessoas, com atendimento demorado. Já em outras ocasiões eles ficam vazios, com médicos plantonistas aguardando a chegada de algum paciente. Mas essa política da 'sorte ou revés' não pode acontecer no caso da saúde", diz.

O aplicativo, derivado da linha Quicksolutions, funciona da seguinte forma: a pessoa que deseja ir a uma unidade de pronto atendimento e atendimento de urgência (seja ela pública ou particular) poderá pesquisar na plataforma do Quickmed qual hospital está mais vazio. Assim que o usuário chegar ao local, ele também poderá atualizar os dados informando aos demais colaboradores a situação de lotação da casa.

Segundo Thiago Naves, um dos sócios, o público-alvo do serviço são pais de crianças pequenas e pessoas que cuidam de idosos. O plano de Thiago é financiar o app vendendo versões do serviço personalizadas para planos de saúde. Pretende fazer isso, ampliando a área com hospitais cadastrados de Belo Horizonte e pelo resto do país.

Também estão disponíveis versões gratuitas para Android e iOS.

“Se uma pessoa for salva por ter usado o Quickmed, já vai ter valido à pena”, afirma Thiago.

Como o aplicativo funciona de forma colaborativa, qualquer usuário poderá informar a situação de atendimento dos hospitais. Além disso, caso a pessoa perceba que uma unidade de saúde não está na plataforma, ela mesmo poderá fazer o cadastro.

Para a implantação do sistema, os idealizadores investiram cerca de R$100 mil e o prazo para recuperar é logo no primeiro ano de funcionamento. "Estamos otimistas. Pretendemos viabilizar o projeto economicamente através de patrocínios. Além disso, vamos exportar a ideia para os países que priorizam um novo conceito de saúde para os cidadãos", afirma. Apesar dos custos, a plataforma é totalmente gratuita para os quem a utilizarem.


Atualmente, os usuários podem avaliar somente o grau de lotação, mas a ideia é inserir outros quesitos com o desenvolvimento do projeto. Outra expectativa dos idealizadores é criar sistemas específicos para os planos de saúde e para os Governos com o objetivo de otimizar o tempo dos pacientes e, consequentemente, dos hospitais. "Todos saem ganhando com o aplicativo. O fator tempo, no caso dos serviços de saúde, é quesito fundamental para o sucesso", afirma Thiago.



Praticidade

Em relação ao diferencial desses aplicativos, a praticidade é o principal atrativo para os Clientes.

Cada vez mais apps estão caindo no gosto do público porque as emergências e os hospitais estão sobrecarregados, seja no setor público ou no privado, e esses apps oferecem a solução para o problema, com atendimento rápido, sem perder eficácia.


Concorrência

Este tipo de atendimento veio somar. Não causando conflitos com os planos de saúde. Os aplicativos atendem doenças de baixa e média complexidade. Se há a necessidade de um acompanhamento mais específico, o Médico encaminha o Paciente para o hospital.


Regra de acesso aos prontuários dos pacientes

Para que tais apps fossem regularizados, o 
CFM - Conselho Federal de Medicina - impôs algumas condições fundamentais.

A primeira delas é a de que o Médico seja registrado no CRM - Conselho Regional de Medicina - do estado onde vai atuar. Também é necessário que o profissional tenha registro da sua especialidade.

O órgão ainda exige que o 
Médico elabore um prontuário (relatório) de cada consulta, que ficará armazenado pelo aplicativo para futuras consultas. Nesse caso, é importante frisar que apenas os Médicos responsáveis pelo atendimento anterior e os que vão realizar a consulta têm acesso aos documentos do paciente.

Por fim, o CFM proíbe que o profissional se autopromova no aplicativo, expondo o preço das consultas, avaliações de outros clientes ou use algum outro artifício que caracterize o que órgão chama de concorrência desleal com os demais profissionais.


Temor

Entre as determinações apresentadas pelo CFM para regularizar o uso dos aplicativos, uma em especial vem gerando desconfiança entre os especialistas: O armazenamento dos prontuários não ficou clara. 
Não sabemos o nível de segurança desses aplicativos para administrar os prontuários. Esses aplicativos também não pedem autorização do paciente para reter o prontuário na base de dados aplicativo, o que deveria ser feito.


Vantagens

O atendimento domiciliar torna a medicina muito mais humanizada, minimizando o impacto da chamada mercantilização da medicina, que a tem tornado um comércio sem fronteiras onde clínicas populares disponibilizam consultas com preços abusivos e um número de atendimentos muito alto em um curto espaço de tempo, limitando a relação médica com o Paciente.

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